terça-feira, 15 de julho de 2014

[Resenha] A Culpa é das Estrelas – Enfim, o desfecho!

Posted by Lara às julho 15, 2014
Antes de resenhar, gostaria de falar algumas coisas. Bom, já faz um mês que assisti o filme de A Culpa é das Estrelas e mais de seis meses que fiz essa crítica do elenco, e que mudou muito desde que o trailer saiu e eu conferi a adaptação mais esperada desse ano.

Sabe, há coisas que eu escrevi que ainda persistem, e a maior delas é sobre o Willem Dafoe, que não foi o Van Houlten perfeito nem nunca vai ser na minha opinião. Mesmo que eu ame ele demais (afinal, ele fez um dos meus primeiros vilões), simplesmente não foi esse o escritor rude, cruel e bêbado que imaginei lendo o livro. E, principalmente, porque o VH é gordo, e o Willem um zumbi.

Mas, como há flores no canteiro de espinhos, vamos dar palmas para a pessoa que me fez morder a língua durante todo o filme.
Coisa mais linda!
Ansel, amigo Ansel, você merece um Oscar! Antes de ver o trailer eu estava tentando encaixar seu rostinho lindo, seu cabelo bagunçado (e sexy), suas pintinhas no rosto que eu também tenho enquanto lia o livro, mas aí saiu o trailer, eu vi o filme – e sua barriga lénda nele também – e porque não, você é simplesmente o Gus! Demorou pra aceitar, mas, graças, deu certo né? E eu nem imaginei você como o Caleb (Divergente) também, mas mesmo assim arrasou com a sociedade né?
Em Chicago irmãos, como Caleb e Tris!
Agora, depois da descontração, espero resenhar o filme (e também espero que vocês tenham sobrevivido!).
E em Amsterdã amantes como Gus e Hazel!
Como metade do mundo já deve saber, o filme é a adaptação da obra de John (Blue) Green. Ele fala sobre a história de Hazel Grace (Shai Woodley), uma garota de 16 anos que sofre de câncer nos pulmões e que sobrevive graças ao Falanxifor, um remédio em teste. Uma das piores coisas para Hazel sobre sua doença é ter que frequentar o Grupo de Apoio em uma igreja. Porém, em uma de suas idas forçadas, ela esbarra em Augustus Waters (Ansel Elgort), o nosso Gus lindo, e os dois se conhecem e ele se apaixona por ela.

Hazel, porém, não aceitava o sentimento com medo de ferir Gus e se autointitula como uma "granada". Porém, em Amsterdã, o milagre acontece e ela percebe que nada que ela fizer será suficiente para afastar Gus, e então ela se entrega (literalmente) a esse amor.
Todos sabem da tragédia que ocorre no final (e que não preciso repetir aqui, porque choro só de lembrar que vi o Ansel encenar tudo aquilo), e pra mim foi uma tragédia necessária porque foi o que deixou o livro mais emocionante. É um ótimo filme (melhor que o livro, posso dizer!) e que vale a pena conferir com seu amor ou com aquela amiga que vai chorar junto com você.
Enfim, resenha maluca, mas é uma resenha quase sem spoiler e é o que eu consegui fazer.

Beijos, Lara!

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